Presidente do Joia Tênis Clube explica queda de muro em Porto União
O presidente do Joia Tênis Clube, Milton Cesar Mesquita Araújo, se manifestou neste domingo, 25 de outubro, sobre o deslizamento de terra que provocou a queda de um muro nos fundos de uma das quadras cobertas do complexo esportivo, localizado no bairro São Pedro, em Porto União.
O incidente ocorreu por volta da meia-noite, após um sábado de chuvas intensas na região. Segundo o presidente, a quadra atingida já estava interditada e passava por obras de readequação. A estrutura também vinha sendo acompanhada pela Defesa Civil, pela administração do clube e pela Prefeitura de Porto União.
“Aquela quadra estava interditada, ninguém se machucou. Pelo horário também, o clube não tinha ninguém. Foi por volta de meia-noite“, explicou Milton.
De acordo com o dirigente, assim que a administração tomou conhecimento do desmoronamento, foram acionados o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e os demais órgãos competentes.
Como medida de segurança, o clube decidiu interditar todas as outras quadras cobertas, mesmo sem a identificação de sinais aparentes de comprometimento nas demais estruturas.
“Interditamos todas as outras quadras cobertas. Achamos prudente. Por mais que elas não tivessem nenhum sinal de abalo ali, achamos prudente interditar para evitar qualquer outro transtorno”, afirmou.
Milton destacou que a administração aguarda uma avaliação técnica mais detalhada da Defesa Civil antes de definir os próximos procedimentos.
“Estamos no aguardo de uma análise mais técnica e criteriosa da Defesa Civil para tomarmos as próximas atitudes”, acrescentou.
Deslizamento também provocou interdição de ruas
O Corpo de Bombeiros Militar de Porto União foi acionado por volta das 0h23 deste domingo para atender à ocorrência.
Durante a avaliação inicial, os bombeiros identificaram rachaduras no solo e em muros de residências próximas ao clube. Diante da situação, foi realizado o isolamento preventivo da área.
As ruas Ivete Gumi e Stéfano Michalichen foram interditadas para impedir a circulação de veículos e preservar a segurança da população.
A Defesa Civil foi acionada para avaliar as condições do terreno e das estruturas próximas. As causas do deslizamento e a extensão dos danos ainda deverão ser determinadas pelos órgãos responsáveis.



